sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Poluição Radiofônica.

As margens do rio da fúria 
esvaído de qualquer política mental
Andam beirando o retardamento.
Mentem dizendo-se "bonito ser feio"
Aplaudem cultivando o sem sucesso 
no progresso da falta de talento.
Recuso, me anulo para a redundância da hipocrisia.
Para os iletrados somente sorte,
para os literato um pouco mais de emoção.
Gosto do nosso universo brasileiro,
mas não concordo com a forma de se agir diante disso.
Fazem música no calor da moda,não constroem e não acrescentam para a nação.
Cujo o solo és mãe gentil, Pátria Amada Brasil...
Honro para que não me falte coerência de manter a ordem e "progresso".
Querem a mídia e não entendem o veículo de comunicação.
Querem a fama mas não querem a responsabilidade...
Atravessados na minha garganta corrompo o setor da ignorância
Vomito o sem conteúdo 
Minha altivez e senso crítico hoje expulsou a tolerância.
De fato minha paciência foi pra outra galáxia diante de sua música pobre.
Não gosto, não faço questão e não aplaudirei aquilo que é fútil.
Não calo minhas palavras nem se você pedir com educação.
Pois sua falta de respeito com os meus ouvidos me fez chamar a atenção!
Alerta a uma geração que merece mais, somando para o crescimento de seres pensantes e mais leves no amor.
Ao som de nada com coisa nenhuma você toca na rádio,
Sua fama relâmpago tem hora e data pra terminar.
Imergido na indignação da inteligencia suplico com humildade que reavalie seus conceitos e, se não souber pra que veio ao mundo,
Procure aprender ao som de Bob, Jimy ou Sinatra, e porque não nos mestres brasileiros.
Não faça poluição radiofônica,
faça música com conceito de quem sabe aonde quer chegar!



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